Mulheres neurodivergentes merecem ser reconhecidas mais cedo e avaliadas com mais rigor.
A Lira nasceu da minha prática clínica diária e do que fui percebendo ao longo dos anos.
Existe hoje em duas formas: uma app de apoio para mulheres neurodivergentes, e um protocolo clínico estruturado para psicólogos que avaliam PHDA e autismo em mulheres adultas.
Porquê a Lira
O problema não se resolve só num lado.
Durante muitos anos vi mulheres a chegarem à minha consulta depois de décadas de burnout, ansiedade e diagnósticos trocados. Algumas nunca tinham tido sequer a hipótese de se reconhecerem como neurodivergentes.
A Lira nasceu desta constatação simples: o problema da subavaliação de mulheres neurodivergentes precisa de ser atacado nas duas frentes ao mesmo tempo.
Os dois lados da Lira
Para mulheres e para profissionais.
Dois produtos, um propósito comum: transformar a experiência de reconhecimento e avaliação da neurodivergência feminina.
Para mulheres
Lira, a app
Uma amiga AuDHD no teu bolso
Uma app diária para mulheres neurodivergentes que querem compreender melhor a sua energia, o seu ciclo e o seu sistema nervoso.
- • Check-ins diários rápidos de energia
- • Reconhecimento de padrões de sobrecarga e de recarga
- • Ciclo menstrual ligado à energia do dia a dia
- • Inner World com pequenos desafios de autoconhecimento
Para profissionais
Protocolo Lira
Avaliação estruturada para PHDA e PEA em mulheres adultas
Uma plataforma clínica para psicólogos que fazem avaliação de PHDA e PEA em adultas, com anamnese, perfil dimensional e organização DSM-5-TR.
- • Anamnese clínica estruturada
- • Perfil dimensional com organização DSM-5-TR
- • Apoio à elaboração do relatório clínico
- • Redução do tempo de integração e de relatório
A Lira na imprensa

Sobre a Lira e a minha prática
Co-fundei a Lira para escalar o impacto da minha prática clínica.
Especializei-me em neurodivergência feminina porque, ao longo da minha prática, percebi que havia um padrão clínico sistematicamente ignorado.
A Lira existe para que este padrão deixe de ser invisível, tanto para as mulheres que o vivem, como para os profissionais que as recebem em consulta.